A associação desportiva tem a designação de Isna Sport Clube Alvélos (I.S.C.A.), com a sua sede no lugar de Isna, onde proporcionou à população - e não só - a prática de modalidades tão diversas dentro da área do desporto.

O ISCA tem como finalidade a promoção cultural, desportiva e recreativa dos seus associados.

O conjunto de actividades desportivas que organiza e promove podem-se dividir em 3 grupos: actividades desportivas de carácter regular, actividades desportivas de carácter pontual e actividades desportivas de representação institucional.

 

Isna é um aglomerado populacional antigo, situado em terras férteis e com abundância aquífera, tendo-se desenvolvido a partir da Ribeira da Isna pela encosta de declives suaves.

Situada numa pequena bacia, em pleno centro da serra de Alvéolos, a sede desta freguesia dista 12 km da vila de Oleiros. A freguesia é constituída pelas povoações de Isna, Pedintal, Ribeira de Isna, Vale da Cuba e Vale de Lousa.
Até meados deste século, esta freguesia de Isna vivia em quase completo isolamento.

A fundação de Isna é provavelmente muito antiga, tendo talvez sido, na sua origem, um local escolhido pelos pastores da região para repouso. Sabe-se, no entanto, que Isna foi desde sempre um lugar da freguesia de Oleiros da qual foi desmembrada em 1793, juntamente com outras povoações, para se constituírem em freguesia independente. Nesse mesmo ano foi edificada pelo povo a igreja paroquial, com a invocação de Nossa Senhora das Dores. A igreja matriz de Isna apresenta-se hoje como uma construção imponente e de grande robustez. O templo, de origem setecentista, sofreu diversas obras ao longo dos tempos, sendo completamente remodelada em 1943.

No tempo da primeira invasão francesa, esta freguesia recebeu a indesejável visita dos soldados de Napoleão. Depois de esconderem todos os géneros alimentares, os Isnenses, levando consigo o que puderam, foram refugiar-se nos matos dos arredores. Quando os franceses chegaram a Isna, encontraram uma povoação deserta e sem nada de interesse que pudessem pilhar. Tanto quanto se sabe, e talvez por esse motivo, a sua estadia foi breve e praticamente nada foi danificado.

Quem também por aqui andou foi D. Carlos, o nosso penúltimo rei. Há notícia de que o monarca esteve por duas vezes nesta freguesia de Isna fazendo montarias, no ano de 1901. Esteve hospedado na Casa Ribeiro e diz-se que foi por essa altura que as senhoras da terra pediram a Sua Majestade um fontanário público, que só viria a ficar pronto dois anos depois, em 1903. Ainda hoje é conhecido pela Fonte das Mulheres.

 
Por motivos alheios à nossa freguesia, não existe cobertura de rede móvel. Só temos rede móvel no cimo da serra!
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Porque me orgulho e porque escrevo sobre tudo o que me motiva e eleva a essa tutelar terranteza, testemunho!

Há uma canção de música ligeira, que refere o seguinte e me “lubrifica” esta engrenagem de serrano:

É tão linda a minha aldeia
Entre o verde do pinhal.
Que Jesus da galileia
Podia lá ter nascido
Numa noite de Natal.

ISNA – Aldeia linda e muito querida, na excelência da afectividade das nossas mais carinhosas, inesquecíveis, fundamentais e criativas recordações e vivências.

ISNA – Um recôndito diamante, ainda não burilado.
Um potencial – modesto, mas promissor – no esforço particular de cada Isnense, não descurando o benefício colectivo.

ISNA – O lugarejo acarinhado na serrania: dos vizinhos familiares e consertados; das horas de rega; dos serões e desfolhadas; das Janeiras; de gentes bem-vindas e de “fora-parte”, das ladainhas e das procissões; das pequenas e grandes personalidades de “motu-próprio”; dos motejos dos Entrudos e das discórdias das Maias; dos placares e dos arrazoados domingueiros; dos bailaricos e diversões juvenis – de todos nós.

ISNA – O nosso berço e a chupeta das nossas projecções e realizações.
“Dos sermos” – com honestidade e esforço – um pouco mais, sem deixar de igualar o vizinho… “rés-vés” – “que somos todos cá de casa”.

ISNA – Uma aposta na fraternidade e na vontade de bem conviver e servir, na observância do recordar e partilhar.

ISNA – Pelos Isnenses e pelos visitantes. - Sem quixotismos, nem espantos, mas na equitativa ombrida de nos orgulharmos de ser Isnenses e na probidade dos nossos anseios e valores.

 
 
 
     
     
   
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